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Domingo, 18 de abril de 2021
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Economia

Ações da Petrobras seguem em firme alta e quem comprou está lucrando

Quem comprou ações da estatal já ganhou, em média 12% do que investiu

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Em um dia de respiro após a derrocada das ações da Petrobras, o Ibovespa segue em alta firme nesta terça-feira em um movimento que é liderado, justamente, pela recuperação das ações da estatal.

Ainda que o cenário seja nebuloso e envolto de incertezas, o duro tombo nos últimos dias abriu espaço para correção enquanto alguns analistas também mostram uma visão mais moderada sobre os rumos da companhia.

Por volta das 15h15, o Ibovespa tinha alta de 1,74%, aos 114.632 pontos, embora ainda acumule queda superior a 3% nesta semana. O giro financeiro segue intenso e marca R$ 24,362 bilhões nesta tarde, com projeção de chegar a R$ 37,060 bilhões no fim do dia.

As ações da Petrobras e o desenrolar da turbulência gerada pela intervenção do Planalto no comando da estatal seguem no radar dos investidores – até porque, está ocorrendo hoje a reunião do Conselho da Petrobras que pode determinar a troca ou não do CEO.

Embora o clima de incerteza continue prevalecendo, os papéis da estatal voltam a subir com correção de possíveis excessos dada a visão de alguns analistas de que a desvalorização recente foi além dos riscos calculáveis para a empresa. Assim, após o tombo de quase 30% em dois dias, os papéis da estatal operam em alta: Petrobras ON sobe 7,15%, aos R$ 23,09, e Petrobras PN ganha 9,84%, aos R$ 23,56.

Os analistas do Citi e do UBS, por exemplo, reiteraram suas recomendações de compra das ações da Petrobras, apesar de reconhecerem o momento de incertezas. O analista Luiz Carvalho, do UBS, aponta que o múltiplo EV/Ebitda – conta que considera quantas vezes valeria a empresa em relação ao seu lucro operacional – caiu de 4,5 vezes para 3,5 vezes ontem e fico barato, tendo em visto que “não houve mudanças quantitativas nos resultados da companhia”, diz.

Ele explica que, a despeito da piora na percepção de risco, existem hoje diversas restrições que evitam a interferência na política de preços da Petrobras. Por isso, o múltiplo de 3,5 vezes seria barato em comparação com a média histórica de 5 a 5,5 vezes ou patamar dos pares de países desenvolvidos, de 6,5 vezes a 7 vezes.

 

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