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Sábado, 21 de maio de 2022

Política

César Cassol poderá esquentar a sucessão estadual unindo Marcos Rogério e Léo Moraes

Faltando pouco mais de quatro meses para a sucessão estadual em Rondônia continua morna.

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Sem novidades, sem sal e sem açúcar. Faltando pouco mais de quatro meses para a sucessão estadual em Rondônia continua morna. Para a alegria do Palácio Rio Madeira que vive o clima de já ganhou, ou seja, o governador de Rondônia, Marcos Rocha (União Brasil), está reeleito.

O consultor político José Armando Bueno, fez uma análise que os políticos leram e acharam ser pertinentes. “Neste momento de posicionamento de pré-candidatos para o governo de Rondônia, tudo parece indicar uma vitória esmagadora do governador Marcos Rocha (União Brasil). Parece. Juntou-se num mesmo balaio um conjunto de forças com inegável poder eleitoral naquilo que é essencial: base política, recursos financeiros e, inegavelmente, a máquina governamental. Difícil, numa análise imediatista, enxergar qualquer pré-candidatura com capacidade para enfrentar essa formação de forças titânicas, rara na política regional, mas concebida para, exatamente, exercer o seu poder esmagador sobre quaisquer outros”, disse Bueno, que tem expetise em eleições e faz diagnósticos certeiros.

A menos que a “oposição” aja rápido e lance um candidato competitivo, o candidato de Bolsonaro poderá ser reeleito. Nesse sentido, um movimento está sendo dado no interior do estado. Um outro candidato de Bolsonaro, senador Marcos Rogério (PL), está se movimentando em silêncio. Não tão silencioso assim. Ouviu-se um barulho lá pelas bandas de Rolim de Moura que a cada eleição manda um representante para Brasília ou para o Palácio Rio Madeira.

Segundo fontes fidedignas. o empresário César Cassol (PP) estaria disposto a ser o vice de Marcos Rogério ao governo de Rondônia. Conversas estão andando. O problema é que o clã Cassol já teria empenhado nome para o pré-candidato Léo Moraes (Podemos), que já estaria de braços dados com a deputada federal Jaqueline Cassol (PP) como pré-candidata ao Senado. Caso os Cassol mudem de direção, Léo Moraes poderá até desistir do pleito e esperar para 2024 sair à prefeitura de Porto Velho e apoiar Marcos Rogério. Esse passo seria suficiente para esquentar a sucessão estadual. Caso César seja o vice de Marcos Rogério, a candidatura ao Senado de Jaqueline daria lugar ao articulador Expedito Júnior (PSD) que está se movimentando nos bastidores.

Fonte/Créditos: MaisRondônia

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