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Quinta, 20 de janeiro de 2022
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Fiocruz alerta para aumento de ocupação de leitos de UTI no Brasil

Nota técnica divulgada nesta quarta (12) mostra que um estado e 4 capitais (Fortaleza, Recife, Belo Horizonte e Goiânia) estão em situação crítica.

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Em nota técnica divulgada nesta quarta-feira (12), o Observatório Covid-19 da Fiocruz trouxe um alerta para o aumento da ocupação de leitos UTIs de Covid na rede do SUS, para adultos, no país.

Um terço dos estados e 10 capitais estão em alerta, segundo as taxas observadas em 10 de janeiro, em comparação com a série histórica. Deste total, 1 estado e 4 capitais estão em situação crítica.

O que diz o documento:

  • Entre as capitais,Fortaleza (88%), Recife (80%), Belo Horizonte (84%) e Goiânia (94%) figuram na zona de alerta crítico;
  • Porto Velho (76%), Macapá (60%), Maceió (68%), Salvador (68%), Vitória (77%) e Brasília (74%) na zona e alerta intermediário;
  • Segundo a análise, o estado de Pernambuco(82%) está na zona de alerta crítico;
  • Pará (71%), Tocantins (61%), Piauí (66%), Ceará (68%), Bahia (63%), Espírito Santo (71%), Goiás (67%) e o Distrito Federal (74%) na zona de alerta intermediário.

Rio de Janeiro (12%) está entre os 16 estados que estão em situação considerada boa. No Rio, em 10 de janeiro, segundo o boletim, eram 161 pacientes internados, enquanto que em 2 de agosto do ano passado, o número de internados chegada a 1.176, com uma taxa de ocupação de leitos de 61%.

Vacinação contra Covid em Fortaleza, no Ceará — Foto: Thiago Gadelha/SVM

A nota alerta para o novo crescimento nas taxas de ocupação de leitos de UTI diante da ampla e rápida proliferação da variante ômicron no Brasil.

Os responsáveis pelo boletim dizem que o número de internações em UTI hoje ainda é "predominantemente muito menor" do que em 2 de agosto de 2021, por exemplo, quando já no "quadro de arrefecimento da pandemia leitos começavam a ser fechados".

"Consideramos fundamental ratificar a ideia de que temos um outro cenário com a vacinação e as próprias características das manifestações da Covid-19 pela Ômicron. Por outro lado, não podemos deixar de considerar o fato de a ocupação de leitos de UTI hoje também refletir o uso de serviços complexos requeridos por casos da variante Delta e casos de Influenza", ressaltam os pesquisadores.

O aumento de internações pressiona o sistema de saúde, após governos estaduais e prefeituras terem reduzido a oferta de leitos de UTI nos últimos meses --com a melhora do cenário da pandemia em função da vacina.

 

Fonte/Créditos: G1

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