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Sábado, 31 de julho de 2021
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Política

Léo Moraes destinou 5 milhões para cidades do Maranhão

O deputado é citado no caso do "orçamento paralelo"

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Matéria publicada neste final de semana no site “Terra” dá conta que o deputado federal Léo Moraes (Podemos-RO), integrou suposto esquema de apoio ao presidente Jair Bolsonaro em troca de favorecimentos com emendas orçamentárias, assunto que vem sendo designado como “orçamento paralelo”.

Léo Moraes é vinculado pela reportagem a um grupo de 15 parlamentares federais denunciados no esquema.

Entretanto, o que chama a atenção na matéria é fato de nos casos apurados pelo jornal eletrônico, os integrantes do Poder Legislativo federal encaminharam recursos através de emendas para Estados ao qual não tem vínculos eleitorais, o que torna a situação um tanto suspeita.

No caso do deputado federal Léo Moraes há uma longa referência na reportagem nacional.

Ao site, ele disse que “foi indicação de algum parlamentar da minha bancada para o Maranhão. Não passa pela minha escolha de líder, não tem meu nome em ofício encaminhado para o ministério ou para qualquer prefeitura do Estado”.

Sobre ele, a matéria relata o seguinte:

“Na planilha secreta do governo, o líder do Podemos na Câmara, Léo Moraes, de Rondônia, consta como o autor da indicação de R$ 5 milhões para obras em Capinzal do Norte e Bacuri. Os municípios ficam no Maranhão, a uma distância de mais de 2.000 quilômetros de Porto Velho.

Léo Moraes revelou também que, como líder, tinha “caminho aberto” no governo para definir as destinações com os recursos extras liberados em dezembro de 2020.

Foi nesse período que o Executivo passou a distribuir cotas para deputados e senadores inclinados a votar nos candidatos do Planalto para as presidências da Câmara e do Senado.

Só em janeiro, às vésperas do pleito, o Podemos na Câmara declarou apoio a Arthur Lira (Progressistas-AL).

Tudo feito abaixo do radar dos eleitores e dos órgãos de fiscalização. Como as indicações foram acertadas diretamente com o Planalto e ocorreram por meio da “RP9”, só foi possível identificar os autores por documento do governo que não é público, mas foi obtido pelo Estadão. Do contrário, não se saberia que 285 deputados e senadores ganharam o direito de controlar R$ 3 bilhões do ministério no momento em que o governo tentava emplacar aliados no comando do Congresso.

A indicação de verbas extras para Estados diferentes é vista com preocupação por especialistas em execução orçamentária. A suspeita é de que, como elas não têm a mesma transparência que as emendas tradicionais, sejam usadas como “emendas bumerangue”. Ou seja, haveria ganho financeiro futuro ao político após o município ou estatal contemplado assinar contrato para obra ou compra a partir da indicação dele. Na maioria desses empenhos, ainda não houve pagamentos.

MAISRO.COM.BR

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