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Sábado, 12 de junho de 2021
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Geral

“Sistema” para credenciar imprensa “barrou” inúmeros profissionais.

Jornalistas do Acre, onde Bolsonaro é "persona non grata", não foi tratada com "cortesia"

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        A cerimônia de inauguração da Ponte do Abunã, no Rio Madeira, fronteira entre Rondônia e Acre, foi planejada e organizada pelo Palácio do Governo, em Brasilia. Ainda que o governador Marcos Rocha, de Rondônia, seja um dos mais fieis escudeiros de Bolsonaro, não lhe foi confiada, por exemplo, a simples missão de credenciar profissionais de televisão, jornais, radios e sites.

        A imprensa do Acre, Estado onde Bolsonaro tem recorde de rejeição, teve tratamento bem pior que os rondonienses. O “sistema” eletrônico criado para emitir credenciais travava e não permitia novo acesso, de maneira que a maioria dos grandes veículos de comunicação recorreram a ligações telefônicas.

        A inauguração esta marcada para as 10hs30 de amanha, sexta feira. O credenciamento da imprensa foi encerrado as 17hs00 de hoie, quinta feira, horário de Brasilia.

        Segundo informações obtidas junto a autoridades bolsonaristas, só poderão ficar na ponte 100 “escolhidos”. No trecho entre Porto Velho e o distrito de Abunã serão instaladas três barreiras para checagem de documentos e revista. Uma “lista” de convidados previamente selecionados servirá para conferir identidades. Quem não constar na “lista de ouro”, não passa da primeira barreira.

                A editoria do site www.hojeamazonia.com.br  fundado em janeiro desse ano e já famoso como veículo de comunicação “petralha comunista,” preferiu nem tentar credenciamento.

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