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Sexta-feira, 19 de Julho de 2024

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Vídeo: ‘Queria que aquilo acabasse: Mulher sedada é estuprada por vigilante dentro de clínica

Uma câmera de segurança capturou o momento em que uma mulher sedada foi abusada sexualmente na clínica de saúde mental

Hoje Amazônia
Por Hoje Amazônia
Vídeo: ‘Queria que aquilo acabasse: Mulher sedada é estuprada por vigilante dentro de clínica
(Foto: Reprodução)
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Brasil – Uma câmera de segurança capturou o momento em que uma mulher sedada foi abusada sexualmente na clínica de saúde mental onde estava internada em Camaragibe, na Grande Recife. O suspeito seria um vigilante que trabalhava no local.

As imagens mostram um homem, que trabalhava como vigilante no local, colocando a mão por baixo do lençol que cobria a vítima. Segundo a família, o suspeito, que foi indiciado por estupro no início de junho, ainda está foragido seis meses após o crime.

O caso ocorreu na madrugada de 17 de novembro do ano passado, no Hospital Reluzir, em Aldeia. As informações foram divulgadas pelo Jornal do Commercio. A unidade de saúde informou que o vigilante trabalhou lá por dois meses antes de ser demitido. O nome dele não foi revelado.

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De acordo com a advogada Maria Eduarda Albuquerque, que representa a família da paciente, a mulher tem 30 anos e estava internada na clínica particular para tratamento de uma crise de depressão.

As imagens foram gravadas às 4h26. Nelas, é possível ver o vigilante uniformizado mexendo na paciente, que estava sozinha na sala, deitada em uma cama. Após tocar em várias partes do corpo da vítima, o vigilante deixou o local.

Segundo Maria Eduarda Albuquerque, a mulher relatou que fechou os olhos e “desejou que aquilo acabasse”. Ela também mencionou que, após os abusos, a paciente permaneceu sozinha na sala e a família só foi informada horas depois do crime, sendo chamada para comparecer à clínica na manhã seguinte.

“Além de ter sido estuprada, ela ficou sozinha lá, pedindo pela família, sem conseguir dormir, com medo de esse homem voltar a qualquer momento. E só foi avisado isso na sexta-feira à noite, para dizer que fosse lá no sábado de manhã. É uma série de atrocidades nesse caso”, disse Maria Eduarda Albuquerque.

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