Uma forte onda de rotavírus tem provocado a superlotação das UPAs e dos pronto-atendimentos dos hospitais em Porto Velho. Corredores cheios, longas filas e tempo de espera elevado fazem parte da rotina nas unidades de emergência, que vêm recebendo um grande número de pacientes com sintomas semelhantes, principalmente diarreia intensa, vômitos, dor de cabeça e mal-estar geral.
De acordo com profissionais de saúde, este é um período em que o vírus circula com mais intensidade, favorecido pelas condições climáticas e pela maior disseminação em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas. A maioria dos atendimentos registrados nos últimos dias está relacionada a quadros gastrointestinais compatíveis com infecção por rotavírus.
A alta demanda também é sentida nas farmácias da capital. Segundo comerciantes do setor, grande parte dos clientes que procuram atendimento atualmente busca medicamentos para o tratamento dos sintomas do rotavírus, como antitérmicos, antieméticos e soluções para hidratação.
Especialistas alertam para a importância da prevenção, recomendando cuidados básicos como higienização frequente das mãos, atenção redobrada com alimentos e água consumidos e, em locais com aglomeração.
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