Dois presos considerados de alta periculosidade fugiram na noite da última quinta-feira (25), feriado de Natal, da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins, presídio de segurança máxima. Um deles é Renan Barros da Silva, de 26 anos, condenado a 72 anos de prisão por três homicídios e ocultação de cadáver, apontado pelas autoridades como um serial killer.
O outro foragido é Gildádio Silva Assunção, de 47 anos, que soma quatro condenações, incluindo crimes de homicídio, com pena total de 46 anos. Ambos cumpriam pena em regime fechado e são identificados como integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP), os detentos serraram as grades de uma das celas e utilizaram uma corda improvisada com lençóis para escapar. A fuga só foi percebida na manhã de sexta-feira (26/12). Desde então, os dois estão foragidos há mais de 60 horas.
Em nota, a Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju) informou que abriu um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias da fuga e investigar como os materiais utilizados foram introduzidos na cela. O órgão também afirmou que a segurança da unidade foi reforçada.
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