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Domingo, 18 de abril de 2021
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Agro

FAPERON comemora credenciamento de Rondônia para receber certificação internacional como Zona Livre de Aftosa sem Vacina

A recomendação aconteceu depois da aprovação das práticas de controle analisadas  pela  Comissão Cientifica da OI

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A Ministra de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, informou, na semana passada, aos governadores e secretários do Rio Grande do Sul, Paraná e aqueles que integram o Bloco I, formado pelos estados de Rondônia, Acre, parte de Mato Grosso e parte do Amazonas, todos pertencentes as três novas zonas livres de Febre Aftosa SEM VACINAÇÂO, que a Comissão Científica da OIE deu parecer favorável aos pleitos brasileiros, recomendados para avaliação durante a 88ª Sessão Geral da Assembléia Mundial dos Delegados da OIE, que ocorrerá no período de 22 a 28 de maio deste ano, por meio de conferência virtual

Desde agosto de 2020 o Bloco I, que tem Rondônia em destaque, com um rebanho de 14 milhões de cabeças, é zona livre de febre aftosa sem vacinação, em virtude dos resultados exitosos de suas políticas de defesa sanitária animal. Agora, com o parecer da Comissão Cientifica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) está perto de alcançar o status internacional, situação de fundamental importância para, entre outras coisas, alavancar as exportações da carne produzida no Estado.

Para Hélio Dias, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia, a erradicação da febre aftosa no Estado é resultado do trabalho sério feito principalmente pelos pecuaristas e produtores, que cumpre seu papel há 22  anos, obedecendo rigorosamente as recomendações e prazos de vacinação. Desde o início integrante da Comissão Estadual que cuida da retirada da vacinação, a Faperon também cumpriu sua função como representante da agricultura e pecuária em Rondônia.

O presidente da Faperon fez questão de frisar que agora  a vigilância e o trabalho de prevenção e cuidados sanitários nas áreas de fronteira dos estados que compõe o Bloco I precisa ser redobrado, tanto por parte do serviço oficial de defesa quanto pecuaristas e produtores rurais. “A certificação internacional como Zona Livre de Aftosa tem uma importância imensurável para toda a cadeia produtiva da pecuária rondoniense”, pontuou Hélio Dias, observando que o setor tem muito espaço para crescimento e a certificação internacional “provoca um alargamento de espaço no mercado, gerando aumento na exportação da proteína animal produzida em Rondônia, fortalecendo o conjunto econômico em todos os municípios”, concluiu Hélio Dias.

Da assessoria

 

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