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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

Policial

PORTO VELHO – Menina de 12 anos morre após passar meses amarrada na cama pelo pai. Ela tinha ossos quebrados e larvas pelo corpo

José Carlos da Silva confessa que mantinha a filha amarrada à cama; menina é encontrada morta em Porto Velho e caso vira alvo de investigação

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PORTO VELHO – Menina de 12 anos morre após passar meses amarrada na cama pelo pai. Ela tinha ossos quebrados e larvas pelo corpo
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Uma menina, de 16 anos, morreu na noite de terça-feira (24) em Porto Velho e, segundo a Polícia Civil, o pai dela — identificado como José Carlos da Silva, 41 anos — confessou ter mantido a filha amarrada à cama antes do óbito. O caso, de grande repercussão, agora é alvo de investigação para determinar as circunstâncias em que a criança morreu.

Conforme apurado, equipes foram acionadas até a residência da família após relatos de um possível caso de violência contra a criança. No local, os policiais encontraram a menina já sem vida, com sinais de ferimentos e presença de larvas no corpo, o que pode indicar estado avançado de sofrimento antes da morte.

Em depoimento à autoridade policial, José Carlos admitiu que prendia a filha à cama, alegando dificuldades em lidar com o comportamento da criança, segundo o boletim de ocorrência. As informações prestadas por ele são parte das investigações iniciadas para apurar se houve negligência, maus-tratos e outros crimes relacionados.

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Peritos da área técnica foram acionados para realizar exame no local e recolher vestígios que possam ajudar a esclarecer o caso. O corpo da menina foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para perícia, que deve contribuir para identificar a causa exata da morte.

A Polícia Civil informou que continuará colhendo depoimentos, inclusive de vizinhos e familiares, e analisando evidências para construir um quadro completo dos fatos. A investigação segue em sigilo, conforme procedimento padrão em crimes envolvendo menores.

O caso provocou comoção e repercussão entre moradores e autoridades, que reforçam a necessidade de mecanismos eficazes de proteção à criança e à família.

Em vídeos publicados pela imprensa, um pastor diz que a menina que “demônios estavam quebrando os ossos” e limitou-se a orar, em vez de comunicar as autoridades e pedir socorro médico.

O pai, a madrasta e a avó estão presos para prestar esclarecimentos.

FONTE/CRÉDITOS: ncnews,com
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