Expõe uma realidade urgente: nossas crianças e adolescentes estão emocionalmente vulneráveis em um ambiente digital que nem sempre é seguro.
A geração atual cresce hiperconectada, mas muitas vezes desconectada emocionalmente. Por trás de telas, podem existir angústias, solidão, necessidade de pertencimento e baixa autoestima — fatores que tornam jovens mais suscetíveis a conteúdos perigosos e manipulações psicológicas.
É fundamental que os pais compreendam que não se trata apenas de “controle de tela”, mas de presença emocional. Observar mudanças de comportamento, isolamento, irritabilidade ou segredo excessivo pode ser um sinal de alerta.
Alguns cuidados são essenciais:
• Monitorar o conteúdo acessado sem invadir, mas com diálogo aberto
• Estabelecer limites claros para o uso da internet
• Fortalecer vínculos familiares e momentos de conexão real
• Ensinar sobre riscos digitais de forma educativa
• Buscar ajuda profissional ao perceber sinais de sofrimento emocional
Mais do que vigiar, é preciso se aproximar. Crianças emocionalmente seguras falam. E quando falam, podem ser protegidas.
Márcia Campos – Terapeuta Familiar & Sexóloga Cristã
Telefone: (27) 99311-0771
Instagram: @terapeuta.marciacampos
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