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Sábado, 25 de setembro de 2021
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Agro

Depois do leite sem “VACA”, vem agora o “CAFÉ SEM GRÃO”

Café de laboratório

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Depois do leite sem “VACA”, vem agora o “CAFÉ SEM GRÃO”

 

 

 

 

Segundo a Startup idealizadora, o “Café sem grão” pretende acabar com a crise climática mundial. Vamos tentar entender tudo isso.
Primeiro veio “Leite sem vaca“, feito a partir de bactérias e leveduras geneticamente modificadas para fermentar açúcar – e criar um líquido que contém caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina, as três proteínas que dão ao leite suas características típicas; depois inventaram o “Impossible Burger“, Hambúrgueres vegetarianos tradicionais feitos de combinações de soja, feijão e lentilha têm uma textura seca e desintegrada que tenta imitar a carne bovina; e agora surgiu o “Café sem grão“.
Sobre o Café sem grão
A startup Atomo, de Seattle, criou a primeira xícara de café molecular do mundo. A bebida é feita totalmente sem grãos, parece e tem cheiro de café comum, mas não é. A maior diferença é que o produto foi projetado para ter um sabor mais suave e menos amargo. Mesmo sem possuir grãos de café, a bebida ainda contém cafeína, que é produzida a partir de ingredientes naturais.
A receita exata não foi divulgada, mas pode ter sementes de melancia ou cascas de sementes de girassol. A Atomo trabalhou junto com a desenvolvedora de alimentos Mattson para desenvolver o café. Os fundadores da empresa afirmaram que é preciso uma solução mais sustentável para ajudar a satisfazer o hábito diário de tomar café, devido aos efeitos crescentes das mudanças climáticas.
Depois do "Leite sem vaca", vem agora o "Café sem grão"
“Nosso café é como carne cultivada em laboratório é para carne convencional“, disse Jarret Stepforth, Ph.D., co-fundador e cientista-chefe da Atomo. “Estamos construindo café com os mesmos compostos exatos, assim como a carne à base de células é construída com a mesma proteína, gordura e assim por diante como a carne convencional.”
Dr. Stepforth, um cientista de alimentos com mais de 20 anos de experiência em empresas como Chobani, Campbell Soup Co. e McDonald’s, desenvolveu a ideia enquanto explorava novas formas de otimizar o café para reduzir sua amargura. Ele se juntou ao co-fundador e diretor executivo Andy Kleitsch, um empreendedor serial, e juntos eles reverteram o café para mapear os principais compostos que lhe dão seu aroma familiar, sabor, sensação bucal e cor.
“Há cerca de 1.200 compostos agora, mas nem todos eles conferem a percepção do café“, disse o Dr. Stopforth. “Olhamos essa viagem do grão verde ao grão assado até o extrato e começamos a entender os componentes principais que compõem as grandes características.” Segundo o pesquisador, quanto mais investigavam a composição química do café, mais aprendiam sobre seu crescente impacto ambiental.

A pergunta que eu deixo à você, meu amigo leitor, é a seguinte: se podemos tomar uma boa xícara de café (se possível feito em fogão de lenha), beber um leite fresco tirado na hora e comer um bom churrasco com carne natural, porque substituir tudo isso por coisas artificias? Deixe a sua opinião nos comentários desta matéria. (Fonte: TecnologiaCNET).

 

 

 

 

 

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