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Domingo, 09 de maio de 2021
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Agro

Técnicos da Semagric e produtores de Porto Velho visitam a CASA DO MEL, em Vilhena

O prefeito HILDON CHAVES criou o Projeto Mel do Porto

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Na última terça feira um grupo de  representantes da Associação de

Apicultores e Meliponicultores da Amazônica (APAMA), junto com a

equipe técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e

Abastecimento (APAMA) fizeram uma visita de trabalho à Agroindustria

Familiar para Produtos Apiculas, conhecida como Casa do Mel, no

município de Vilhena.

O grupo de Porto Velho visitou a Casa do Mel  com a finalidade de

conhecer o processo de transformação do mel, desde acolhida no

desembarque até o envasamento. O processo é acompanhado por inspetores

da administração pública, incumbidos de faze cumprir a legislação

vigente. O serviço de inspeção é fundamental para que o mel processado

receba o selo de qualidade, agregando mais valor ao produto, além de

possibilitar aos agricultores acesso ao mercado formal.

A visita de produtores e técnicos da SEMAGRIC fazia parte do

calendário de atividades inseridas no PROGRAMA MEL DO PORTO, criado em

2019 pelo prefeito HIldon Chaves com a intenção de fomentar apicultura

em Porto, principalmente do sistema da Agricultura Familiar.

O MEL DO PORTO é executado pela SEMAGRIC, que atualmente incentiva

apenas apicultura agrícola produtiva, um sistema de manejo onde os

agricultores criam abelhas para aumentar a produtividade, impulsionada

pelo trabalho de polinização das culturas em floração. As abelhas são

responsáveis pela polinização natural de aproximadamente 75% de leque

de cultivares no Brasil inteiro, podendo aumentar a produção em até

40%¨. Nesse caso o mel produzido não tem, necessariamente, finalidade

comercial.

Luis Claudio da Agricultura, titular da SEMAGRIC, disse que quando

prefeito ordenou a implantação do Programa Mel do Porto a secretaria

não tinha meios, mas não estrutura física e humana. “O Projeto Mel do

Porto  foi desenvolvido em concordância rigorosa com as

características das diversas regiões rurais. O primeiro passo foi

trazer para o Projeto um técnico, um especialista no assunto. A partir

disso fomos reunindo apicultores em atividade e produtores

interessados em diversificar a produção”, conta  o secretário,

explicando que nos 16 meses do Projeto Mel do Porto a prefeitura

distribuiu centenas de caixas para acomodação de colméias e

fumigadores, ferramenta indispensável no manejo e  também EPIs.

Luis Cláudio disse que os materiais doados foram importantes na

implantação do Projeto, mas nada poderia ter sido mais valioso que os

cursos de capacitação na captura, formação de colméias, manejo e

colheita do mel. “O conhecimento não pode ser mensurado. É um

patrimônio que nunca se perde e pode ser replicado na comunidade e no

circulo familiar”, comentou o Secretário.

 

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