O mundo passa por uma turbulência geopolítica tão intensa que não é anormal diversas pessoas acreditarem que estamos prestes a registrar mais uma guerra mundial. Rússia atacando Ucrânia, Israel e EUA atacando Irã e agora há a informação de que um país produz material nuclear para produzir 10 a 20 bombas atômicas por ano: a Coreia do Norte.
A informação veio de Lee Jae-myung, presidente da Coreia do Sul. De acordo com ele, o país vizinho vem desenvolvendo sua tecnologia militar para os Estados Unidos entrarem ao alcance de seus mísseis atômicos. Lee Jae-myung se mostrou preocupado ainda que a Coreia do Norte possa passar a ameaçar “o mundo todo” além dos EUA.
Repúdio, condenações, sanções e alianças
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) proíbe o país de prosseguir com programas nucleares e de mísseis balísticos, considerando os testes violações flagrantes de resoluções.
Além disso, os Estados Unidos e seus aliados têm imposto sanções para tentar conter o avanço tecnológico do programa de armas norte-coreano.
Apesar disso, maiores ações contra o país são evitadas por causa de sua aliança com a China e a Rússia, duas das principais superpotências atuais, além dos EUA. Especialistas também apontam para uma aproximação entre Coreia do Norte e Rússia, com o regime de Pyongyang oferecendo apoio militar e munições para a guerra na Ucrânia.
Denúncias da própria Coreia
Apesar de ser alvo de denúncias de países individuais e da ONU, o regime norte-coreano constantemente denuncia que os exercícios militares entre os EUA e a Coreia do Sul têm como objetivo treinar ataques nucleares para destruir a Coreia do Norte. Logo, sua expansão de arsenal tem o objetivo de “dissuadir” ataques contra o país.
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