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Segunda-feira, 08 de Dezembro de 2025

Policial

18 pessoas são presas em operação contra facção ligada a onda de ataques que deixou mais de 10 mortos em RO

Mais de 10 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas durante os ataques que duraram aproximadamente uma semana. O estopim dos conflitos foi o assassinato do policial militar Fábio Martins.

Benê Barbosa
Por Benê Barbosa
18 pessoas são presas em operação contra facção ligada a onda de ataques que deixou mais de 10 mortos em RO
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Mais de 130 agentes atuam em sete cidades e usam helicóptero para localizar os envolvidos em uma onda de ataques que começou com o assassinato de um policial militar. A investigação aponta ordens vindas de presídios e revela a estrutura da quadrilha.

Na manhã desta quarta-feira (20), a Polícia Civil de Rondônia realizou a Operação Escudo de Rondônia para prender suspeitos ligados a uma facção criminosa envolvida em uma onda de violência que ocorreu no estado em janeiro. No início da manhã, 18 pessoas foram presas, três delas em flagrante.

De acordo com a polícia, os ataque foram ordenados por lideranças dentro e fora do sistema prisional. Um deles é conhecido como “Tio Ogro”, que está na penitenciária federal de Catanduvas (PR).

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A investigação revelou que a ação foi totalmente coordenada por uma cadeia de comando que envolve financiadores e executores.

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Mais de 130 policiais participam Operação Escudo de Rondônia. O objetivo é cumprir 31 mandados de prisão e 23 de busca em residências localizadas em: Porto Velho, Ariquemes, Guajará-Mirim, Ouro Preto do Oeste, Mirante da Serra, Jaru e também em Catanduvas, no Paraná.

Segundo a investigação, a facção foi responsável por vários crimes entre os dias 12 e 19 de janeiro de 2025, como:

Assassinato do policial militar Fábio Martins de Andrade Cardoso, no condomínio Orgulho do Madeira;

Incêndios em ônibus escolares, caminhões e carros de empresas;

Ataques a prédios públicos e bens do governo.

Para dar cumprimento aos mandados, os policiais contam com o apoio de um helicóptero e da equipe de aviação do governo. Também estão envolvidos o Ministério Público e Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

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