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Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Alyson Cuiabano evitar falar de partidos e analisa o futuro da politica brasileira

É prematuro falar de partidos, de candidatura. Temos que, antes de qualquer coisa, vencer a guerra contra o vírus.

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Alyson Cuiabano evitar falar de partidos e analisa o futuro da politica brasileira
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               O jovem lider comunitário Alyson Cuiabano, que logo após o pleito do ano começou a receber propostas para mudar de partido, disse na semana passada que não vai falar sobre o assunto nos próximos dois ou três meses, mesmo que continue conversando com dirigentes partidários. Não é o momento. O que precisamos é de união, de movimento para socorrer quem está precisando. E são muitas famílias em dificuldades”, disse Cuiabano, que mantém  o mesmo grupo de amigos que esteve com ele na campanha, empenhado em ações sociais.

Normalmente, candidato derrotado perde metade de seus colaboradores diretos meia hora após o resultado da eleição. A outra metade se evapora em 24 horas. O grupo de Cuiabano não se dispersou e aparentemente, se fortaleceu “graças a essa união, esse pensamento alinhado que entendemos como um novo e diferente jeito de praticar política  em formação. Na pós pandemia valores e conceitos serão diferentes, a população vai pensar mais sobre o que é realmente importante para Brasil, para o Estado, o município e até para o seu condomínio, seu bairro. Quando vencermos a pandemia, Deus queria que nesse ano, a Nação terá uma dívida, conforme os especialistas mais otimistas, de pelo menos um trilhão e meio. Não será possível manter regalias da classe política e de outras categorias privilegiadas. Fazer política não vai ser mais “negócio.”, analisa Alyson Cuiabano, considerando que as formatações dos partidos políticos também precisa ser alterada.

“Partidos precisam ter função social, precisam prestar serviço comunitário e não aparecer só em ano eleitoral”, pontua o jovem, acrescentando que, infelizmente, a maioria dos agentes políticos não são vocacionados, não defendem causas sociais e coletivas, não lutam pelo conjunto comunitário. As vantagens financeiras, as regalias além do que seria razoável, atraem candidatos. Por isso é prematuro falar de partidos, de candidatura. Temos que, antes de qualquer coisa, vencer a guerra contra o vírus. Reconstruir o Brasil será a segunda fase e tão difícil quanto a primeira. Temos, então, coisas mais importantes que eleições para pensar agora”, finalizou Alyson Cuiabano.

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