Depois de quase 60 anos, a humanidade pode dar um passo gigantesco novamente, já que a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) pretende retornar à Lua em sua próxima grande missão, programada para ocorrer este ano.
De acordo com o que foi divulgado pela agência espacial dos Estados Unidos, a missão Artemis 2 deve ocorrer no dia 6 de fevereiro, e será a primeira missão tripulada a visitar o satélite natural da Terra desde a primeira visita em 1969.
Vale lembrar que o cronograma de lançamento passou por alguns contratempos, mas atualmente, parece estar sendo seguido à risca, com o próximo passo para garantir que tudo correrá como planejado estando programado para ocorrer no dia 17 de janeiro, caso as boas condições se mantenham.
Na data, o veículo especializado Crawler-Transporter 2 transportará o foguete Space Launch System (SLS), que impulsionará a espaçonave Orion, até a Plataforma de Lançamento 39B. Segundo o portal Space.com, a operação pode levar até 12 horas.
Após a chegada, serão realizados diversos testes e até mesmo um ensaio de lançamento paa garantir que todos os procedimentos estão de acordo para garantir que a missão será um sucesso, marcando o dia 6 de fevereiro na história.
Artemis 2: entenda os objetivos da nova missão da NASA
Originalmente conhecida como Missão de Exploração-2, a nova etapa do programa Artemis surgiu com a intenção de coletar amostras de um asteroide capturado em órbita lunar. Entretanto, a NASA acabou alterando os planos posteriormente.
Agora, a agência pretende enviar quatro astronautas para testar a eficácia da primeira cápsua Orion tripulada, que deve ter força para praticar diversas manobras para orbitar a Terra e, posteriormente, a Lua, antes de retornar.
Durante a viagem, também serão testados os sistemas de suporte de vida, comunicação e controles de voo, essenciais para garantir a segurança dos tripulantes, e assim abrir caminho para o lançamento da Artemis 3, que de fato pousará na superfície lunar.
Participarão da missão os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (NASA) e Jeremy Hansen (Agência Espacial Canadense), que foram convocados em 2023 e passaram por um regime de treinamento intensivo com duração de 18 meses.
Comentários: