O Agronegócio de alto rendimento, sem desconsiderar a agricultura familiar e produtores de pequeno e médio porte, responsáveis diretos pelo abastecimento continuo das cidades com produtos frescos e de qualidade, é o principal pilar de sustentação da economia nacional, fato comprovado agora, em tempos de pandemia planetária que já vitimou mais de 3 milhões de seres humanos. Além de combater o vírus, é extremamente importante decisões e providências capazes de assegurar a segurança alimentar no mundo.
O agronegócio brasileiro forneceu alimento para 772,600 milhões de pessoas em 2020, segundo estudo da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa (Sire), divulgado nesta quinta-feira (4). De acordo com a publicação, 212,235 destas pessoas são do Brasil e as outras 560,365 milhões são de outros países.
A excelente performance brasileiro no agronegócio é resultado de investimentos em muitas pesquisas, notadamente de órgãos como a EMBRAPA, em parceria com entidades afins e iniciativa privada. Agora, a FAPERON ( Federação da Agricultura e e Pecuária de Rondônia (FAPERON) faz parte do grupo que lança um inovador PROJETO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DA CAFEICULTURA EM RONDÔNIA, que terá duração de cinco anos.
A Federação de Agricultura e Pecuária de Rondônia, entidade representativa dos produtores rurais, em especial os cafeicultores do Estado, que vem melhorando a anos a produção e produtividade de suas lavouras, junta se num projeto com os órgãos de pesquisa para selecionar, pesquisar e registrar dezenas de clones de cafés robustas superiores desenvolvidas pelos produtores e órgão de pesquisa, como a Embrapa em Rondônia.
O investimento é do Governo do Estado, através da SEDI, parcerias estão firmadas com cafeicultores, viveiristas e a EMBRAPA. Segundo Hélio Dias, presidente da FAPERON serão selecionados 64 clones/materiais de produtores e da própria EMBRAPA e eles serão testados em várias regiões, com o intuito de analisar a compatibilidade, ciclos, produtividade, adaptação e outras características. Encerrando o ciclo de pesquisas e avaliações, os pesquisadores disponibilizam ao mercado regional novos cultivares, com mais resistência e produtividade;
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