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Domingo, 18 de abril de 2021
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Agro

Luiz Cláudio da Agricultura diz que certificação internacional vai melhorar exportação da carne bovina produzida em Rond

Luiz Cláudio  participou ativamente de todas as fase do processo  que começou em 1999

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“Luiz Cláudio  participou ativamente de todas as fase do processo  que começou em 1999 e agora vai resultar na Certificação de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação para Rondônia”

No final de maio desse ano o Estado de Rondônia e outros que integram a macro região tecnicamente de Bloco I (Rondônia, Acre, parte do Mato Grosso e parte do Amazonas) deve obter a certificação internacional de Zona Livre de Febre Aftosa SEM VACINAÇÃO, já que a inspeção da Comissão Científica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) aprovou recente as práticas executadas pelos pecuaristas de Rondônia (de pequeno, médio e grande porte) pela manutenção do status de Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação de abrangência nacional, certificada em 2020.

A jornada para conquista de tamanha importância começou em 1999, quando o governo estadual criou a Agência de Defesa Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (IDARON). No ano da criação da Agência o Estado tinha o status de Zona de Risco Desconhecido, o pior que se pode ter e então foi criado o FEFA/RO ( Fundo Emergencial da Febre Aftosa de Rondônia). Em seguida firmou-se  uma parceria envolvendo Idaron, FEFA, Emater, Seagri e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), iniciando ali uma verdadeira cruzada contra a febre aftosa, em todos os municípios de Rondônia.

Durante dez anos  a logística para execução de ações rápidas e eficientes, precedidas pelo cadastramento  de todas as propriedades rurais e quantificação exata do rebanho existente deu resultados. O último caso registrado de febre aftosa em Rondônia aconteceu em março de 1999. Em 2015 Rondônia alcançou 100% de vacinação do rebanho e  ficou credenciado para requerer, junto a OIE,o titulo de Zona Livre de Aftosa COM VACINAÇÃO.

A dura batalha contra a febre aftosa é relembrada por Luiz Cláudio da Agricultura, duas vezes deputado estadual, duas vezes deputado federal e Secretário de Estado da Agricultura em 2003, quando a Organização Mundial de Saúde Animal  classificou Rondônia como Zona Livre de Aftosa com vacinação e, na qualidade de Secretário de Estado, Luiz Cláudio representou o Governo de Rondônia na solenidade de entrega da certificação, realizada em Paris, na França.

“O FEFA,  que na criação era presidido por José Vidal Hilgert, teve participação muito importante, assim como a Emater e a Idaron, nas ações de resultaram no controle da febre aftosa. Mas o que contou mesmo foi o cuidado dos pecuaristas, de todos os portes, e também daqueles que criavam  duas ou três vacas leiteiras para consumo familiar. Todos se empenharam para cumprir os prazos de vacinação e ajudaram na fiscalização”, disse Luiz Cláudio, destacando que  no momento em que se avizinha a possibilidade de classificação de Zona Livre de Aftosa SEM VACINAÇÃO é “preciso lembrar da iniciativa de todos os que, desde o final dos anos 90, aceitaram o desafio de, primeiro controlar sob vacinação e depois erradicar a febre aftosa, façanha conseguida em pouco tempo, fazendo de Rondônia uma referência nacional”, disse ele.

Eleito deputado estadual, Luiz Cláudio da Agricultura centralizou esforços no sentido de garantir recursos para a Emater e Idaron, assegurando o trabalho de vigilância e fiscalização. “O momento é de comemoração para o agronegócio de Rondônia. Com a certificação internacional teremos, seguramente, aumento nas exportações. Isso vai assegurar mais investimentos na melhoria do rebanho e influenciar diretamente toda a rede econômica estadual”, disse Luiz Cláudio.

 

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