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Quarta-feira, 06 de Maio de 2026

Saúde

Ministério da Saúde prorroga a vacinação contra gripe na região Norte até 31/1

Calendário se ajusta ao chamado “Inverno Amazônico”, período de maior circulação viral e de transmissão da gripe. A vacina é indicada a partir dos 6 meses

Benê Barbosa
Por Benê Barbosa
Ministério da Saúde prorroga a vacinação contra gripe na região Norte até 31/1
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O Ministério da Saúde prorrogou a imunização contra a gripe na região Norte até o dia 31 de janeiro. A vacina é recomendada a partir dos 6 meses. Desde 2023, a estratégia de imunização contra a gripe nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins passou a ocorrer no segundo semestre do ano, devido às particularidades climáticas da região, que inicia nessa época o “Inverno Amazônico”, período de maior circulação viral e de transmissão da gripe. A vacina influenza protege os brasileiros e contribui para a redução de nternações no Sistema Único de Saúde (SUS).

 “A imunização é uma ferramenta essencial para salvar vidas e reduzir a pressão sobre o nosso sistema de saúde, especialmente em regiões com desafios específicos, como a Amazônia. Seguimos empenhados em fortalecer a cultura da vacinação, ampliando a cobertura vacinal e assegurando que todos os brasileiros estejam protegidos”, afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade. Desde o começo da mobilização, foram aplicadas 2.881.622 doses da vacina contra a influenza na região, uma cobertura vacinal de 39,3%.

Responsável não apenas pela administração e prescrição de vacinas, mas também pelo acompanhamento de seus efeitos adversos, a Enfermagem tem um papel histórico como “guardiã” das vacinas no Brasil, desde o início do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O programa disponibiliza no SUS 47 imunobiológicos, sendo 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas. Entre as vacinas estão as do Calendário Nacional e as indicadas para grupos em condições clínicas específicas. Em novembro, o Brasil foi certificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) pela eliminação do sarampo, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita.

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Fonte: Ascom/Cofen, com informações do Ministério da Saúde e da OMS

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