Previsto para começar a valer em 1º de janeiro, com pagamentos a partir de fevereiro, o salário mínimo de R$ 1.621 promete dar um forte impulso à economia brasileira. De acordo com estimativa do Dieese, o reajuste deve injetar cerca de R$ 81,7 bilhões em renda, consumo e arrecadação mesmo em um cenário de maior rigidez fiscal.
O novo valor terá impacto direto na vida de 61,9 milhões de pessoas. Entre elas estão 29,3 milhões de aposentados e pensionistas do INSS, além de trabalhadores com carteira assinada, autônomos, empregados domésticos e até empregadores que utilizam o piso como referência.
O reajuste representa uma alta nominal de 6,79% sobre o valor atual, seguindo a política de valorização que combina inflação e crescimento econômico.
Mais renda, mais consumo e impacto direto na vida dos trabalhadores
Luta permanente por mais valorização.
Para o SINDESC RS, a elevação do salário mínimo reforça a necessidade de seguir lutando por políticas de renda, valorização salarial e redução das desigualdades, aliadas a pautas fundamentais como a redução da jornada de trabalho e a ampliação de direitos.
“O salário mínimo precisa continuar sendo tratado como instrumento de justiça social. A nossa luta é para que os trabalhadores tenham não só renda, mas também tempo para viver e qualidade de vida”, conclui Fernando Lemos.
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