Se você é uma pessoa que se encanta com o rastro luminoso nos céus, o mês de julho reserva mais uma série de fenômenos interessantes, sendo que muitos deles poderão ser observados a olho nu. Outros, por sua vez, exigem o uso de binóculos, instrumentos ópticos ou apenas que o observador esteja distante da poluição luminosa das cidades.
A previsão é de um calendário movimentado, com conjunções planetárias raras, fenômenos lunares, o afélio — ponto em que a Terra está mais distante do Sol — e diversas chuvas de meteoros, com destaque especial para as visíveis no Hemisfério Sul.
Chuva de meteoros Delta-Aquáridas do Sul (SDA)
Entre os fenômenos mais esperados está a chuva de meteoros Delta-Aquáridas do Sul (SDA), com pico no dia 30 de julho e atividade de 12 de julho a 23 de agosto. A taxa pode chegar a até 20 meteoros por hora em locais escuros, sendo melhor observada entre 2h e 4h da madrugada nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná. Os meteoros são rápidos, tênues e com rastros curtos.
Para quem quer acompanhar a chuva de meteoros, o especialista do EXOSS dá a dica: “Agasalhe-se, tenha uma boa companhia para conversar e passar o tempo enquanto observa o céu — sem uso de celulares ou qualquer fonte de luz. Leve uma boa jarra de café e uma cadeira confortável, de preferência uma cadeira de praia que possa reclinar.”
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