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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026

Agro

Marcos Rogério é desmentido pelo presidente da Emater após fala sobre Fundo Proleite

Declaração do senador em podcast gerou repercussão e foi classificada como fake news por Luiz Cláudio, que esclareceu a continuidade do Proleite em Rondônia.

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Por Hoje Amazônia
Marcos Rogério é desmentido pelo presidente da Emater após fala sobre Fundo Proleite
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A declaração do senador Marcos Rogério durante a participação em um podcast acabou gerando controvérsia nas últimas horas, após ele afirmar que o Fundo Proleite teria sido extinto pelo governo de Rondônia. A fala rapidamente repercutiu e foi tratada como fake news pelo presidente da Emater, Luiz Cláudio — conhecido como Luiz Cláudio da Agricultura — que decidiu esclarecer publicamente o assunto.

Segundo o presidente, a crítica não condiz com a realidade e revela desconhecimento sobre o funcionamento da instituição. Ele afirmou que a Emater segue atuando de forma ativa na política leiteira do estado e destacou a importância do Proleite para os produtores rurais.

“Eu fico triste que tem políticos que criticam a Emater sem conhecer a Emater. Poderiam fazer como eu, colocar recurso na instituição”, declarou Luiz Cláudio, reforçando que o programa continua em pleno funcionamento.

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De acordo com ele, o Proleite não foi extinto, como mencionado pelo senador. A mudança realizada pelo governo do Estado, conforme explicou, foi apenas administrativa: o fundo saiu da Secretaria de Agricultura e passou para a Emater, que é o órgão responsável por executar todas as políticas voltadas à cadeia do leite em Rondônia.

“O Proleite não foi extinto. Continua firme. O governador apenas transferiu a gestão para a Emater, que já executa toda a política do leite no estado”, completou.

Outro ponto da crítica rebatida pelo presidente diz respeito ao uso dos recursos do Proleite. Segundo Marcos Rogério, o dinheiro teria sido destinado ao pagamento de salários de servidores, o que, para Luiz Cláudio, representa mais um equívoco.

“A crítica veio dizendo que o recurso foi usado para pagar salário, e isso foi um tiro no pé. O servidor não ficou contente com isso. O recurso é para atendimento do Proleite”, afirmou.

A resposta do presidente da Emater buscou reforçar a transparência e a continuidade do programa, que segue arrecadando e atendendo produtores em diversas regiões do estado. A repercussão da fala também reacendeu o debate sobre o uso político de informações falsas e o impacto dessas narrativas para instituições públicas.

FONTE/CRÉDITOS: JORNALRONDONIA.COM
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