Na tarde de ontem, fomos surpreendidos com a triste notícia do falecimento da professora Maria Angélica Silva Ayres, a querida professora Angélica.
Ela faz parte do panteão das educadoras que mais contribuíram para a educação em nosso estado, deixando seu legado em vários projetos inovadores dos quais esteve à frente.
Em diversos momentos, pudemos testemunhar sua qualidade técnica, seu comprometimento com o trabalho e sua dedicação à educação.
Jamais sairá de nossas memórias, por exemplo, a imagem dela, em Cacoal, em um encontro histórico, discutindo com a etnia Suruí a implantação do ensino médio com mediação tecnológica naquela comunidade — um projeto pioneiro e inovador, que já em 2015 realizava aquilo que, após a pandemia, passou a ser feito com naturalidade.
Tomamos conhecimento de sua partida por meio da professora Elizabete Matia de Siqueira, a professora Betinha, que, chorando copiosamente, nos informou sobre o ocorrido.
As lágrimas da Betinha são sinceras, pois juntas caminharam lado a lado no período em que estiveram à frente do governo estadual em 2018: Betinha como diretora de ensino e a professora Angélica como secretária estadual de Educação.
Citando Santo Agostinho, este é “um momento de saudade, jamais de tristeza, pois ela voltou ao Criador”.
Manifestamos nossos votos de condolências aos amigos e familiares, rogando a Deus que os conforte neste momento de dor.
Daniel Pereira, Ester Lacerda e família.
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