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Sabado, 02 de Maio de 2026

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Polícia Federal investiga cruzeiro de Leonardo, Bruno e Marrone

A Polícia Federal está investigando denúncias de sequestro, assédio sexual, importunação sexual e tráfico de mulheres no cruzeiro conhecido como "Navio Cabaré"

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Por Hoje Amazônia
Polícia Federal investiga cruzeiro de Leonardo, Bruno e Marrone
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O cruzeiro teve como atrações principais os sertanejos Leonardo e a dupla Bruno e Marrone.

As vítimas do esquema seriam quatro jovens entre 18 e 21 anos, vindas dos estados de Santa Catarina e São Paulo, que foram contratadas para trabalhar como modelos por uma agência.

As autoridades foram acionadas após uma das jovens ter acesso a um telefone e fazer contato com a família. Após o pedido de ajuda, o navio foi abordado pela Polícia Federal na segunda-feira (13/11), em Angra dos Reis (RJ), após sair de Santos (SP).

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Segundo relatos, após embarcarem no navio as jovens teriam percebido que funcionários do local forneciam bebidas suspeitas, possivelmente contendo substâncias incomuns. Além disso, eram impedidas de se comunicar externamente e só podiam se locomover no navio sob vigilância.

Elas foram encaminhadas ao IML para a realização de exames.

A Promoação, produtora responsável pelo evento, afirmou que os músicos, Leonardo e Bruno & Marrone, não têm qualquer relação com o episódio e que a denúncia é "infundada e desprovida de qualquer prova". A empresa "refuta com veemência todas as acusações perpetradas". E completa: "Todas as medidas cabíveis para trazer a verdade ao público serão tomadas e a produtora não medirá esforços para tanto. Não houve flagrante ou prisão de pessoas, apenas solicitaram depoimentos para esclarecimentos."

A Polícia Federal, no entanto, afirma continuar investigando o caso e que "há elementos que indicam indícios de crime".

"O fato de não ter sido lavrado o auto de prisão em flagrante não exclui a responsabilidade futura de eventuais investigados", disse a PF ao jornal O Globo.

FONTE/CRÉDITOS: terra
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